Fiquei devendo o comentário da oitava sessão do Julie Festival, que teve como aperitivo o especial para a tevê "Cinderela", com a Julie Andrews bem novinha encantando a todos. Segundo o querido Waldemar Lopes, anfitrião do festival, esse especial ainda detém o recorde de audiência na televisão norte-americana. Depois, conferimos o bacana "O Homem que Amava as Mulheres", com Burt Reynolds.
Já nesta quarta-feira foi a ver o cult "That's Life", protagonizado por Jack Lemmon e Julie. A casa do casal mostrada no longa pertencia à própria Julie e o marido Blake Edwards, que dirige o filme. Na trama, a personagem de Julie descobre que tem um tumor, mas esconde a informação do marido, que só reclama da vida e pensa na morte, e dos filhos e seus problemas. Ou seja, fala sobre a solidão de um mãe e esposa que, mesmo cercada de pessoas que a amam, precisa guardar o problema, enfrentar o desafio sozinha, pois não quer preocupar os entes queridos. Drama independente, inteligente, que não tem edição nacional em DVD e vale ser descoberto. Mais uma vez, a noite contou com as ótimas companhias do Wal, da Denise e do Roberto, e terminou com uma frase clássica do Waldemar. Mas não posso reproduzi-la aqui (risos). ;)


2 comentários:
Que delícia está sendo o Julie Festival, hein André? Muito melhor q vc poderia imaginar - e eu tbém, pq revendo os filmes de Julie confirmo a versatilidade e coragem da querida atriz de abraçar projetos tão audaciosos. Estou curtindo muito, e na próxima semana, Sede de Amar, q considero uma das mais formidáveis interpretações por uma atriz na história do cinema. Um tour de force de Julie. E sobre minha frase - kkkkkkk - obrigado pelo sigilo de jornalista!!!!
Opa! puts, toda hora dou risada quando lembro rsrsrs foi muuuuito engraçada!! haha
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